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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Projetos Quartas Baianas até sábado na Princesa do Sertão

Mostra de filmes, debates e oficinas em cinco municípios do estado da Bahia - Camaçari, Feira de Santana, Cachoeira, Lençóis e Vitória da Conquista – serão realizadas dentro do Projeto Quartas Baianas no Interior - patrocinado através de edital pelo Banco do Nordeste – e tem por objetivo proporcionar a difusão e a interiorização de filmes produzidos na Bahia.
O projeto também contempla a produção de caixa coletânea de DVD’s contendo filmes que participaram da programação do Projeto Quartas Baianas durante os sete anos de existência, além de propor em sua programação um espaço voltado para a formação. Serão realizadas oficinas teórico – práticas de linguagem e produção audiovisual com o com o objetivo de gerar um produto audiovisual de curta duração.
A proposta desta atividade é se aproximar da idéia de “meeting de produção” onde cada equipe de facilitadores conduzirá a realização de um vídeo de até 5 minutos: da criação do roteiro à edição. As oficinas terão carga horária total de 18 horas, distribuídas em 03 dias de atividade das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, sendo dois dias destinados às aulas teóricas e um dia destinado a produção do vídeo.
Em feira de Santana a mostra fica entre os dias 25 e 28 de maio.

Por: Tamylla Novais

Teatro Amélio Amorim preparado para receber sanfoneiros



Está programada para começar às 19 horas no Centro de Cultura Amélio Amorim, aqui em Feira de Santana, a quarta edição do Festival de Sanfoneiros, promovido pelo Centro Universitário de Cultura e Arte, o CUCA, da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Sanfoneiros de diversas cidades da Bahia se inscreveram.
Os finalistas que vão se apresentar no palco do Amélio Amorim são:

Kelvin Diniz da Silva (Capim Grosso); Benedito Souza Santana (Irará); Luiz Pinto Saturnino (Riachão do Jacuipe); Nildo Menezes Neri (Serra Preta); Jadson Bastos de Macedo (Palmeiras); Armando Lima Batista (Serrinha); José Roberto de Souza Rosário, o Paco do Acordeon (Santa Bárbara); Genilson  Alves de Assis, (Candeias); Elton Dheime Machado Mascarenhas, o Machadinho (Rafael Jambeiro); Luiz Gonçalves de Andrade, o Luiz dos 8 baixos (Feira de Santana); Noel Alves da Costa, Nequinha dos 8 baixos (Ipecaetá), e Lidia Tomaz de Aquino (Serrinha)
A coordenação do evento, que chega hoje à sua quarta edição, tomando por base o número de participantes dos últimos festivais, colocou um telão no hall do Amélio Amorim, do lado de fora do Teatro, onde todos poderão acompanhar a disputa.

Por: Tamylla Novais

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Hoje tem aula, ou seja, estamos em aula

COMUNICAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS

Onde? UNEF

Quando: Todas as quintas, às 18:50h

Com quem???!!!!!?? Nós e Dorotéa Bastos.


Ah, é só esse semestre, viu!!!!

Comunicação

Traços, rabiscos, grunhidos e assobios.
Canto dos pássaros, vento leva passos.
Barro molhado, moldado
Rugidos felinos
Rastros seguidos.
Bichos rasgados
Bicho comido.
Luz, estrela, lua, sol,
Trovão,
Relâmpago,
Fogo.
Bicho cozido,
Bicho comido.
Homem aquecido,
Grunhidos, assobios, gritos
Canto, espanto, fala
Traços, rabiscos, símbolos
Barro molhado, moldado, cozido
Ouro, bronze,
Forma homem.
Escrita, dança e declama.
Versos, registros, túmulos e cantos.
Silício, grão, chão, globalização.
Intenção, comunicação, interação.
Tec mais homem, mulher, logia.

Autora: Lívia Melo

Parafuso e fluido em lugar de articulação

Na música “Admirável Chip Novo”, a cantora e compositora Pitty, descreve a mais perfeita forma do homem moderno, onde nada mais é orgânico é tudo programado.
Marcapasso, próteses, silicones, placas, parafusos, vacinas. Esses são alguns artifícios do mundo científico utilizados cada vez mais nos seres humanos, seja pela estética ou como forma de sobrevida, e que querendo ou não tem nos tornados mais seres biônicos.
Imaginemos como o mundo poderá estar daqui a 50 anos. Ou melhor, será se nossa Cidade ainda continuará Princesa, com todas as características que hoje a compõe? Ou será que ao invés do tradicional encontro de cordelistas na Praça João Pedreira nossos filhos ou netos, testemunharão um encontro de grandes cientistas?
Acredito que essa cena não será muito difícil, já que, segundo Amber Case, seres ciborgues já circulam entre nós, que vai desde a nossa avó que utiliza aparelhos auditivos, aos atletas que estão com fones no ouvido enquanto treinam.
Pode parecer um exemplo muito simplório, mais o futuro parece nos reservar muito mais. E a pergunta a se fazer é: será que estamos preparados para este futuro cada dia mais incerto, será se continuaremos adorando a Deus ou a máquina?
A verdade dos fatos é que a tecnologia foi criada para satisfazer as necessidades do homem, e desde então ela tem sido utilizada tanto para o bem quanto par o mal, e cabe a cada um de nós saber como utilizá-la.

Por: Ilma Silva.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Feira de Santana e a comunicação ciborgue

Feira de Santana e a comunicação ciborgue


Muito se fala hoje em comunicação de pessoas com máquinas, o interessante a se pensar é que algum tempo atrás, num universo não tão distante, essa tecnologia parecia surreal, embora filmes já fizessem, e até hoje fazem, a profecia de que viveremos num mundo que nada mais será que uma Matrix ilusória, onde os homens não passarão de um software: um programa de computador, uma mera ilusão.
Se ainda fossem vivos, os nossos ancestrais da Cidade Princesa, certamente afirmariam que estaríamos vivendo o apocalipse, que não é possível o homem deixar de se relacionar, física e geograficamente, com outro homem, para se tele-transportar para o mundo cibernético, chamado por Amber Case o mundo ciborgue.
Ao andarmos pelas ruas feirenses não é difícil percebermos este contraste, por um lado jovens exibindo os mais noooovíssimos aparatos tecnológicos, do outro os “jovens” da terceira idade, onde a grande diversão de final de tarde não é a tela do computador super, hiper mega sensível ao toque ou do IPod, mas uma reuniãozinha com os velhos amigos para uma biribinha ou um jogo de dominó, que particularmente acham ótimo.
Mas venhamos e convenhamos o bom de Feira de Santana é que existe lugar para tudo.
Para aqueles que ainda preferem o contato físico do dia a dia com outro, a exemplo de ir ao banco e preferir pegar a fila para conversar com a pessoa ao lado, enquanto não chega a sua vez, ou simplesmente ir ao caixa eletrônico, e talvez evitar aquela pessoa que fala demais ao seu lado, ou o mau-humor do funcionário do caixa.
Brincadeira a parte, independente de qual seja idade ou ideologia, o importante é que não nos afastemos muito da moderação. Como ser humano temos a necessidade da socialização, porém, a tecnologia nos permite superar este modelo de vida imposto pela modernidade, e o rápido intercâmbio de novos contatos e amigos.

Por: Ilma Silva